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  • Temer, Rodrigo Maia e Eunicio Oliveira afastados, assume Carmen Lucia?

    Agora só falta Eduardo Cunha fazer delação premiada, entregar Temer definitivamente, maior número de entidades civis assinar um pedido de impeachment,  protocolar na Câmara dos Deputados e ir às ruas.

     

    A Câmara é quem investiga presidentes da República em Comissão Parlamentar de Inquerito por crime de responsabilidade, o Senado admite o processo ou não,   julga ou arquiva.

    O Tribunal Superior Eleitoral também tem agora elementos mais que suficientes para cassar o mandato de Temer. Mas Gilmar Mendes vai permitir?

     

    Os deputados e o Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, os senadores e presidente do Senado, Eunicio Oliveira, investigados por corrupção, têm moral ou vão querer investigar e processar Michel Temer?

     

    Seria a única saída o STF afastar todos os parlamentares que estão sendo investigados, inclusive Eunicio Oliveira e Rodrigo Maia como fizeram com Eduardo Cunha quando o afastaram da Presidência da Câmara?

    Mesmo havendo decisão recente do STF sobre sucessão presidencial arguida por Renan Calheiros e decidida a garantia da sucessão até o transitado e julgado?

    A fim de resolver o imbróglio, o tribunal teria que criar outra jurisprudência para Carmem Lúcia assumir e convocar eleições diretas já ?

    A que ponto chegamos.

    Que furdunço hein!?

  • Contrato de trabalho foi feito para evitar a barbárie

    O PSDB não imaginou que Temer fosse tão bom office boy para executar o programa de governo de Aécio Neves.

    O regime de trabalho que as grandes corporações multinacionais queriam há muito tempo, Temer fez melhor que os tucanos fariam.

    É como se o Brasil estivesse sendo anexado ao mercado de trabalho dos Estados Unidos com unificação de regras dos sistemas trabalhistas.

    Como fizeram com o México nos idos de 1990, quando lá instalaram as “maquiladoras”, para exploração de mão de obra barata.

    A precarização do trabalho é o resultado mais perverso da globalização selvagem. As maquiladoras se espalharam pelo mundo. Estão em Singapura,  Indonésia,  Malásia,  Paraguai e outros países.

    O México chegou a ter cinco milhões de trabalhadores, menores de 14 anos de idade, trabalhando sem nenhum registro, segundo estudos da Organização Internacional do Trabalho  (OIT).

    Os defensores da reforma trabalhista costumam citar o mercado de trabalho dos Estados Unidos como referência. O problema é que a economia brasileira não se compara à dos Estados Unidos, a maior do mundo, consolidada e mais rica em tecnologia.

    Com Temer paulista e Aécio mineiro, a política “café com leite” da República Velha emergiu com força. Conseguiu se vingar de Getúlio Vargas rasgando o contrato de trabalho deixado por ele, com a tal da reforma trabalhista, vendida por eles como “modernização do mercado de trabalho”.

    Agora os trabalhadores vão receber salários contra recibos ou nem isso.

    Está decretado o fim do trabalho como direito social. Estão retrocedendo ao período anterior à Lei Áurea com o reestabelecimento do trabalho a condições análogas à escravidão.  Devem ressurgir figuras como capatazes e gatos.

    Parece que governo e Parlamentares não estão se dando conta do que estão fazendo. Não conhecem chão de fábrica nem trabalho rural.

    O contrato de trabalho foi feito para superar a barbárie.

    Se acabarem com os sindicatos, como instância mediadora do conflito, como está previsto na tal reforma trabalhista, a violência vai explodir na relação patrão e empregado.

    Os trabalhadores não vão se submeter à humilhação e à hiperexploração patronal. Vão acabar saindo no braço.

  • Temer se aproxima da marca do descarte

    temer

    As eleições de 2018 correm risco de ter o maior número de abstenções de nossa história.

    Uma parte considerável das pessoas que foram às ruas apoiar o golpe de Estado pode não apoiar candidatos da direita que já se apresentam, como João Doria e Jair Bolsonaro.

    Eles não têm projeto para o país, representam a perpetuação da crise.

    O Brasil é um país de regime presidencialista de coalizão. As próximas eleições, na lógica eleitoral predominante, exigem uma forte liderança e amplo acordo de forças políticas nacionais.

    Candidatos como eles não têm estofo político para alinhavar um projeto nacional dessa magnitude, a fim de sedimentar abrangente base de apoio, nem capacidade de articulação necessária.

    Apenas o discurso inflamado, de bravatas neofascista e marquetagem neoliberal não garantem voto na urna de Norte a Sul do país.

    Não há como Bolsonaro e Doria fazerem campanha sem a sombra de Temer. Eles apoiaram o golpe de Estado, o governo, e terão que se posicionar no debate. Vão apoiar as tais reformas de Temer ou vão se afastar e criticar?

    O PSDB, que apoia incondicionalmente e está em  peso no governo, vive duplo desgaste: a responsabilidade pelo desastre econômico e um momento dramático com gravíssimo envolvimento em escândalos de corrupção de seus mais importantes quadros políticos, possíveis candidatos, Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin à sucessão de Temer.

    Fazer o mal de uma só vez, e às pressas, como recomenda Maquiavel, foi um erro fatal de Temer e do PSDB, num momento de imensa frustração e crescente rejeição popular.

    A reforma da previdência, da CLT, sanção da Lei da Terceirização, e as ações anti-nacionais, entre outras,  estão causando desgaste devastador no governo Temer.

    Fernando Henrique reafirmou apoio ao governo até o fim, evidentemente porque o PSDB não tem outra alternativa a não ser se agarrar em Temer. Estão afundando juntos. 

    Grande parte dos manifestantes de direita estão ressentidos,  cansados, se sentindo traídos, vítimas de um golpe dos golpistas.

    A promessa de melhoria de vida não veio. Veio a depressão econômica e o desemprego em massa. Vide o fracasso das manifestações convocadas para o dia 26 de março. O golpe está nu. As ruas estão abandonando os golpistas.

    Sem Eduardo Cunha e sem Renan Calheiros, para operar a base de sustentação do governo, Temer se aproxima da marca do descarte. Cunha está preso e deve fechar acordo de delação premiada a qualquer momento. Dele, Temer não escapará.

    Quem conhece o Congresso Nacional sabe que, quando começa a entrar água pelas rachaduras do barco, a tripulação parte para salvação de sua própria vida política e pula para outro barco. O PMDB é mestre nisso.

    Os parlamentares que têm projeto político de se candidatar a governador, senador, ou à própria reeleição, em 2018, começam a desembarcar de governos, com baixa popularidade, no segundo semestre do ano anterior ao ano eleitoral. Por isso a base no Congresso está inquieta com o “estado xepa” do governo e começa a se desmanchar.

    O descolamento de Renan Calheiros é o melhor exemplo. Está sendo seguido por parlamentares não só do PMDB, mas de outros partidos, tendo em vista a ruína do governo e os altos índices de popularidade do ex-presidente Lula,  mesmo sendo perseguido pelos agentes da Lava-Jato e atacado dia e noite pela mídia que apoia o golpe.

    Soma-se a isso mais oito governadores do Nordeste que declararam apoio ao ex-Presidente Lula.

    A reforma política deve aprovar o financiamento público de campanhas eleitorais. Ficará mais difícil gastos exorbitantes sem que seja percebido denunciado.

    A crise política parece ter mexido com a consciência do eleitor e com a responsabilidade que ele tem com o voto. Isso pode trazer surpresas às próximas eleições.

    A tensão latente contra o governo, carregada de repulsa, se espalha por todos os setores da sociedade.  As urnas podem se transformar em lugar de protesto contra a decadência política e institucional do país.

  • Sandálias havaianas se chamavam sandálias japonesas

    Sandálias havaianas eram chamadas “sandálias japonesas”.
    Vi um par, pela primeira vez, amarelinhas, nos pés rosadinhos e juntinhos de minha irmã, professora Ilídia, numa fila de crianças, na cerimônia de posse do primeiro prefeito de Mortugaba.

    Todo mundo notou a novidade. Muitas perguntas.
    Nem eu, queridinho dela, sabia da aquisição, guardada em segredo para o dia da festa.
    Um sucesso!
    Ela trajava um vestido de renda também cor de rosa.
    As crianças, uniforme azul e branco, enfileiradas numa praça de chão batido, empoeirada, debaixo de um sol infernal, com suor escorrendo pela testa e pelo pescoço.

    Terminada a festa, ao pegar a estrada para casa, ela tirou as “sandálias japonesas” e calçou uns sapatinhos de couro, de uso diário, feitos pelo meu pai.
    Ele costumava dizer que Lili, apelido dela, andava na poeira, na lama e não sujava os sapatos, tão sábia ela era ao pisar no chão.
    Na estrada, ela me deu as sandálias para ver. Fofinhas!
    Nelas estava escrito a palavra “havaianas”. Não entendi por que se chamavam  “sandálias japonesas”.

  • A terceirização vai empobrecer os trabalhadores e enriquecer os patrões

    Basta de Exploração

    Os trabalhadores brasileiros sofrerão um processo de empobrecimento inimaginável com a Lei da Terceirização e a reforma da CLT, de Michel Temer.

    Diferentemente do que afirma o governo e os convertidos, de que é “modernização das relações do trabalho” e que vai gerar mais emprego, a subcontratação com subtração de direitos vai reduzir a renda dos trabalhadores, o poder de compra, e deve impactar negativamente a economia.

    Além disso, provocará queda drástica de arrecadação de contribuições para a previdência social. Com isso, a previdência corre o risco de falir.

    A Lei é uma reivindicação antiga do empresariado, principalmente de multinacionais, atendida inicialmente por Fernando Henrique Cardoso e concluída por Temer.

    O estabelecimento do contrato de trabalho por Getúlio Vargas, com a criação da CLT, a previdência social, e outros benefícios do trabalhador brasileiro, andavam atravessados na garganta do patronato desde a revolução de 1930, quando a República Velha, liderada pelos barões do “café com leite” (paulistas e mineiros), foi pendurada na parede da história como representação do atraso.

    Antes só havia a Lei Áurea, que proibia a escravidão, e alguns penduricalhos legislativos.

    A terceirização é o retorno à República Velha. As condições de trabalho serão precarizadas ainda mais, tendo em vista a submissão dos trabalhadores a extrema vulnerabilidade. A Lei amplia as margens de lucro  das empresas com a exploração da mão de obra.

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    O assédio moral, uma das mais perversas heranças da escravidão nas relações de trabalho, ganha mais força na tentativa de prevalecer como meio de exploração empresarial.

    O estoque de mão de obra de reserva, neste momento dramático de “tempos modernos, de veloz crescimento da automação, deve aumentar barbaramente com os efeitos da lei de terceirização.

    A proliferação, nas últimas décadas, de máquinas e equipamentos de alto padrão tecnológico, de forma mais intensa nos setores industrial, de serviços, comercial e financeiro, tem engrossando a fila interminável do desemprego estrutural.

    Estudos recentes confirmam que cerca de 1/3 dos empregos atuais poderiam ser automatizados com tecnologias existentes.

    O desemprego causado pela automação tornou-se uma das maiores preocupações nos países mais desenvolvidos do mundo, de cidadania avançada e democracia consolidada, e passou a fazer parte da agenda de prioridades máximas da União Europeia.

    Os problemas decorrentes da automação têm sido debatidos desde os primórdios da revolução industrial, no século XIX, mas, recentemente, essa discussão se intensificou com a discussão de propostas de compensação da perda de postos de trabalho.

    Em meados de 2016, a Suíça foi às urnas dizer, por meio de um referendo, se o Estado deveria ou não dar aos cidadãos cerca de R$ 10 mil por mês para consumir, sem trabalho em troca.

    Na Finlândia, o governo selecionou 10 mil adultos para receberem R$ 2.200 reais por mês durante dois anos, a fim de medir o impacto que essa renda teria na propensão para o trabalho.

    Caso o teste apresente condições favoráveis, o programa será implantado em todo o país. Países como Canadá, Holanda, também têm programas semelhantes.

    A busca de formas de compensação da perda de postos de trabalho é uma tendência mundial. A produção automatizada precisa de consumidores, para que o sistema não se inviabilize.

    Já o governo brasileiro, por incrível que pareça, colocou o país na contramão do processo civilizatório. Aqui o atraso organizado impõe medidas draconianas para assegurar a hiperexploração dos trabalhadores e ainda chamam o retrocesso de “modernização do mercado de trabalho”.

    Estão juntos no comboio da insensatez, o empresariado de multinacionais, do capital sem pátria, que está aqui para tirar o máximo de lucro dos recursos naturais abundantes e da mão de obra barata, e o empresariado brasileiro, de mentalidade ainda de senhor de escravos.

    Não por acaso, dois conservadores: um paulista, Michel Temer e um mineiro, Aécio Neves, principais articuladores do golpe de Estado, enlameados em denúncias de corrupção, estão promovendo o retorno à República Velha.

  • Quem votou em Dilma votou no traidor Temer

    “Quem votou em Dilma votou em Temer”, é o que costuma dizer quem foi às ruas apoiar o golpe de Estado tramado pelos perdedores da eleição. Quem diz isso, parece querer anistiar os equivocados que perceberam tardiamente a manipulação da qual foram vítimas.

    Ocorre que a história viva documenta fatos concretos para que a verdade possa prevalecer sobre a mentira. Logo no início do segundo mandato de Dilma, o Brasil foi surpreendido quando o “aliado” Temer deixou escapar do seu caráter dissimulado uma das piores misérias humanas: a traição. Revelou-se um perigoso conspirador.

    Imediatamente se aliou ao candidato adversário nas eleições de 2014, Aécio Neves, derrotado por Dilma e pelo próprio Temer, ao então presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, hoje preso por corrupção, para depor Dilma. Além disso, a operação Lava-Jato, com prisões espetaculosas e cobertura novelizada pela mídia, tornou-se uma espécie de combustível da máquina do golpe.

    A estrutura política montada, desde o suspeito relatório do Tribunal de Contas da União, que serviu de base para a formulação do processo por crime de responsabilidade e o impeachment de Dilma no Congresso Nacional, passando pelo pool de mídia tradicional de TV, rádio, jornais e revistas, velho conhecido de outros golpes de Estado no passado, até as redes de sites de apoio, arrastaram multidões para as ruas.

    Os mesmos manifestantes que bradavam contra a corrupção e “Fora Dilma” empunhavam cartazes com dizeres “Somos todos Cunha”. Líderes das mobilizações foram à Câmara se reunir e posar para fotos com Eduardo Cunha, Aécio Neves, Romero Jucá, e outros políticos corruptos, delatados, investigados, processados por receber propinas de esquemas de financiamento de campanhas eleitorais do poder econômico.

    Temer traiu, tramou o golpe de Estado para trocar o projeto de desenvolvimento sustentável e inclusão social dos governos Lula e Dilma, aprovado nas urnas em quatro eleições sucessivas, pelo projeto derrotado de Aécio Neves e do PSDB. Quem votou em Dilma não votou no projeto antinacional do PSDB, que Temer está impondo a ferro e fogo no Brasil. Essa é a diferença.

    Temer tornou-se um despachante do PSDB. Nomeou os mais importantes quadros do PSDB e está entregando aos golpistas o que prometeu, a toque de caixa: o projeto do PSDB, de desmonte da Constituição, do Estado, reduzindo-o ao mínimo, retirada de garantias cidadãs, de direitos sociais, fim da previdência social pública, subtração de direitos trabalhistas, redução da renda do trabalho com a aprovação da lei da terceirização, entrega do patrimônio público nacional, principalmente para estrangeiros, de nossas riquezas como as do petróleo e gás, venda de grandes extensões de terras raras, com mananciais de água potável, minério e pedras preciosas, e outras barbaridades de desnacionalização da economia brasileira. E, quem sabe, um acordão para absolvição, no judiciário, dos envolvidos no esquema de corrupção investigado pela operação Lava-Jato, que apoiam seu governo.

    O PMDB se transformou numa escola de traição e de corrupção. Foi às ruas no movimento Diretas Já, iniciado em 1983, com os deputados Teotônio Vilella e Ulysses Guimarães à frente, e não garantiu a aprovação da Emenda Constitucional Dante de Oliveira, que restabelecia eleições diretas, mesmo com as pesquisas de opinião indicando apoio de 84% da população à emenda. O partido preferiu participar do famigerado Colégio Eleitoral, criado pela ditadura, e eleger Tancredo Neves por eleição indireta, que depois da morte e de um imbróglio jurídico acabou entregando a presidência da República ao vice José Sarney, ex-Arena e PDS, partidos que davam sustentação à ditadura.

    O PMDB apoiou Sarney, depois rompeu com ele; apoiou Collor e em seguida foi decisivo no impeachment dele; apoiou o ex-presidente Itamar Franco, que havia deixado o partido e se filiado ao PRN para ser vice de Collor; abandonou Itamar e apoiou Fernando Henrique Cardoso, permanecendo aliado ao PSDB durante dois mandatos. Deixou o PSDB e aceitou o convite de Lula e depois de Dilma para fazer parte do governo de coalizão. O presidente do partido, e vice de Dilma, Michel Temer, traiu e derrubou Dilma.

    Ou seja, quem foi às ruas apoiar o golpe de Estado, apoiou o projeto Temer/Aécio. Muitos por convicção. Outros por terem sido enganados. Os enganados, os envergonhados, deviam se juntar aos traídos para retomar o Brasil das mãos dos golpistas.

  • Que é isso Estadão?

    Depois do ato de entrega da obra de transposição de água do rio São Francisco, em Monteiro/PB, com a presença de uma multidão, do Loollapalooza cantando em coro Lula lá,  e do fracasso das manifestações do dia 26 de março, convocada pelo movimento que apoiou o golpe, a velha mídia recorreu aos chicotes para açoitarem o PT, Dilma, Lula, e tentar segurar Temer a qualquer custo.

    Mas parece que não vão conseguir. O desgaste do golpe é devastador.

    Estão apelando. O jornal O Estado de São Paulo, que anda à beira da falência, quase mendigando, publicou uma matéria podre, chamando de “desastre” as gestões dos governos Lula e Dilma na área da saúde.

    A matéria se baseia num tal estudo feito pela Sociedade Brasileira de Pediatria, uma entidade dominada pela medicina privada, cuja ampla maioria dos médicos têm ódio do PT, de Lula e Dilma, por eles terem ampliado o atendimento público à saúde em todo o país.

    As informações sobre o crescimento dos investimentos na saúde são de técnicos da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados.

    Saúde - Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados

    O jornal parece ter se esquecido de que os dados da saúde são públicos e estão divulgados  pelos órgãos do Estado na internet.

    A pessoa que fez a matéria não deve ter consultado as instituições públicas.

    Não diz que o Programa Mais Médicos, criação do SAMU, postos de saúde por quase todos os municípios do Brasil, e muitos outros programas feitos pelos governos Lula e Dilma, segundo a Organização Mundial da Saúde, contribuíram decisivamente para que o nível da redução da mortalidade infantil chegasse a 75% .

    A matéria demonstra muito desconforto dos setores que apoiaram o afastamento de Dilma com a drástica queda de apoio da população ao governo ilegítimo de Temer. Estão vendo os esteios do golpe desabar. Mentira tem pernas curtas.

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  • Depois da terceirização virá PDV no serviço público?

    Aécio e Temer

    Depois da aprovação do projeto de lei da terceirização poderá vir demissão em massa de concursados de carreira com estabilidade. E não vai demorar.

    Já se fala isso abertamente no governo. A ordem é privatizar, e o mais rápido possível.

    Parece que os servidores públicos andam alheios a isso e ainda não entenderam. Não devem ter lido o projeto do governo que o presidente da Câmara Rodrigo Maia colocou em pauta para ser votado.

    Em seguida Temer certamente vai mandar ao Congresso projeto de lei que cria Programa de Demissão Voluntária (PDV) em todo o serviço público.

    Observe que a primeira medida de Temer foi aprovar o congelamento de investimentos públicos por 20 anos. Estados e municípios, endividados, sem condições de investir e sem ajuda do governo federal poderão justificar demissões e terceirizações.

    O congelamento de investimentos foi pensado para abrir espaço para empresas privadas explorarem a prestação de serviços públicos em todos os setores.

    Eles querem que o setor público contrate empresas de prestação de serviços, compre no mercado consultorias de escritórios de advogados, de engenharia, do que quiserem.

    Agora imaginem o preço que o erário vai pagar para essas arapucas e a qualidade do serviço que vão prestar.

    A terceirização, o fim da previdência pública e a reforma das leis trabalhistas fazem parte do pacote do programa de governo neoliberal do candidato do PSDB, Aécio Neves, derrotado nas eleições de 2014. Como não conseguiram aprovação nas urnas, deram o golpe.

    Esse é o programa do golpe. Neoliberalismo é Estado mínimo.

  • Os Estados Unidos ligaram o aspirador do dinheiro do mundo

    Banqueiros 2

    Logo  depois da posse de Donald Trump, membros da equipe econômica dele disseram que o governo programou uma agenda de sete altas de juros para o mandato.

    Trump quer ser o rei do emprego com a captação de dinheiro externo, recuperação das empresas e investimento na expansão da economia e do mercado interno.

    No Brasil,  os “iluminados” da área econômica do governo ilegítimo de Michel Temer, movidos por ideias superados, idos a pique na crise do subprime, em 2008, nos Estados Unidos, causadores da crise internacional, impõem ao país um plano econômico estúpido que congela  investimentos públicos por 20 anos, a fim de entregar a empresas privadas serviços e bens públicos para exploração empresarial privada, força estados e municípios a fazerem o mesmo.

    Temer está entregando o que prometeu aos golpistas, mas parece que não está se dando conta de que o país está ficando sem  investimentos públicos e privados por causa do aumento das taxas de juros nos Estados Unidos, que ligaram o aspirador para puxar dinheiro dos países periféricos.

    Além disso,  a China reduziu a taxa de crescimento para 6,5%. Um baque que será sentido em breve. Sem falar no juiz Sérgio Moro, que quebrou as empresas de engenharia, desempregou centenas de milhares de trabalhadores e paralisou obras de norte a sul.

    A economia está em recessão profunda, com uma queda de 3,6%, do PIB, a maior registrada desde 1948,  com desemprego estrutural a taxa de 12%,  por causa da paralização do governo por mais de dois anos na conspiração que resultou no golpe de Estado, e do modelo de política econômica recessiva de corte de investimentos,

    Os “iluminados” criaram uma sinuca de bico para o país e quem está pagando o pato amarelo com o aprofundamento da crise, mais uma vez, são os de baixo, que perdem empregos, renda e direitos.

  • Os porcos que tramaram o golpe estão na lama.

    Parecer - Aécio - Nardes

     

    Augusto Nardes, ministro do TCU, que foi relator das contas do governo da Dilma, com a acusação de pedaladas fiscais, está sendo investigado na Operação Zelotes, sob suspeita de ter levado R$ 1,8 milhão;

     

    Aroldo Cedraz, reconduzido à presidência do TCU, está sendo investigados na Operação Lava-Jato, juntamente com o ministro Raimundo Carrero;

     
    Eduardo Cunha, peça central do golpe contra Dilma está preso.
    Aécio Neves, comparsa de Eduardo Cunha na conspiração, é o mais delatado de todos na Operação Lava-Jato;

     
    Eliseu Padilha, Moreira Franco, Romero Jucá, José Serra, Aloysio Nunes Ferreira, Antônio Anastasia, relator do processo de impeachment contra Dilma, no Senado, todos na Operação Lava-Jato numa situação deplorável;

     
    E Michel Temer, também na Lava-Jato, depois de paralisar o país por dois anos na conspiração para dar o golpe de Estado, afundou a economia e está com os dias contados.