Jornalistas e comentaristas que atuaram na cobertura do “Mensalão” e da “Lava-jato”, com tanta ferocidade, eram cínicos ou inocentes?
Nos últimos dias, o desmoronamento da Lava-jato ganhou mais um empurrão “di cum força”, ladeira abaixo.
Visivelmente desesperado, Dallagnoll pparou o carro na rua e gravou um vídeo batendo no TCU, acusando o tribunal de abuso de autoridade. Quem diria!
O executivo da multinacional francesa Alston, Frédéric Pierucci, resolveu contar tudo que sabe sobre a Lava-jato e outras ações internacionais dos Estados Unidos, no mundo, no livro “ARAPUCA ESTADUNIDENSE, A LAVA-JATO MUNDIAL.”
Frédéric Pierucci, preso pelo FBI em 2013, disse que os Estados Unidos usam a Lei de Combate ao Terrorismo e à Lavagem de Dinheiro como arma de guerra econômica.
Denúncia que altos funcionários de outros países são treinados nos próprios órgãos de Estado dos Estados Unidos, para destruição de empresas nos seus países de origem, para ocupação de setores de interesses econômicos americanos.
Segundo Pierucci, 75% das empresas processadas pelo Departamento de Justiça americano são estrangeiras.
“Apenas 25%, das empresas americanas são processadas por essa lei, mas porque elas já estão sob investigação em outros países, por corrupção”
Depois da revelação, pelo TCU, da montanha de dinheiro que Moro levou de uma empresa que presta serviços judiciais para empresas destruídas, como as brasileiras atacadas pela Lava-jato, a literatura jurídica permite formar convicções de que Moro é corrupto e pertence ao crime organizado.
Moro está nu. Poderia acabar preso por crime de corrupção, lavagem de dinheiro e lesa-pátria.
O problema é que os dois poderes da República, Judiciário e Congresso, que deveriam investigar esse escândalo, foram os responsáveis pelo Golpe, apoiados na Lava-jato, como esteio.
Jornalistas e comentaristas que cobriram o “Mensalão ” e a “Lava-jato” são inocentes? Se são, por que não fazem autocrítica?
O jornalista australiano, Julian Assange, é indicado para o Prêmio Nobel da Paz.
Ufa!
Uma campanha internacional pela liberdade de Assange e pelo Nobel da Paz está sendo pensada.
Todas as entidades representativas da imprensa e de Direitos Humanos deveriam se articular para essa batalha.
Assange, fundador do site WekiLeakes, está há 10 anos privado de sua liberdade. Depois de exilado na Embaixada do Equador, agora está preso há três anos em Londres.
Assange exerceu o direito jornalístico de informar. Publicou informações do submundo do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
Informações que o mundo tem direito de saber. Exatamente por isso ele está preso.
O pedido dos Estados Unido, de extradição, ainda não foi decidido porque os advogados de defesa de Assange ganharam o direito de apelar à Suprema Corte de Justiça do Reino Unido.
Se julgado nos Estados Unidos, Assange pode ser condenado a 175 anos de prisão.
O presidente do México, Lopez Obrador ofereceu asilo a Assange.
O Nobel da Paz pode salvar Assange das masmorras dos Estados Unidos, o país que se diz ser a referência de democracia no mundo.
Bolsonaro não foi comer frango com farofa na esquina apenas pra fazer vídeo para seus seguidores.
Até o PGR, Augusto Aras, o abandonou. Mandou continuar com as investigações nos processos contra ele, no STF.
Sem falar na debandada de apoiadores dos partidos da base, que vêem aproximar a data limite (abril) para formar as chapas e realizar as convenções partidárias.
No STF e no TSE, as investigações contra ele avançam, podendo ser processado, caso a Câmara autorize, e, se condenado, torna-se “ficha suja” e ser impedido de registrar sua candidatura. Os sinais são fortes.
Além disso, a economia afunda, o petróleo sobe, a inflação dispara e não se ouve falar num plano para tirar o país da crise.
Paulo Guedes diz que “O mercado vai resolver o problema da economia”.
Bolsonaro não consegue sequer um vice. O índice de rejeição a ele já ultrapassou a marca de 60% e segue rumo aos 70%.
Quem quer ser vice dele? Abandonado, não restou outra alternativa. Foi comer frango com farofa na esquina.
As bombas da semana estremeceram o chão da Praça dos Três Poderes, em Brasília, indicam que a campanha eleitoral pode se transformar numa batalha campal.
O TCU quebrou o sigilo do processo que investiga a participação do ex-juiz Sérgio Moro em contratos com a empresa Alvarez & Marsal, com sede nos Estados Unidos.
A montanha de dinheiro apareceu. Só das empresas alvo da Lava-Jato, a Alvarez & Marsal levou R$ 42,5 milhões de reais.
Dessa montanha de dinheiro, feitas as contas em miúdos, Moro embolsou mais ou menos R$10 mil reais por dia, por serviços prestados.
Que trabalho tão valioso é esse que Moro fez para receber, por serviços de consultoria, US$ 45 mil dólares (R$ 240 mil reais por mês), mais bônus de US$ 150 mil dólares (R$750 mil reais)?
No contrato inicial com a Alvarez & Marsal, Moro aparece como sócio da empresa, mas, depois que o TCU abriu o processo, o contrato foi mudado e ele passou a figurar como empregado. Estranho, não?
Apenas para refrescar a memória, nesse calor de janeiro, o Tribunal de Contas da União foi quem legitimou a farsa das “pedaladas fiscais” que acabou sendo a peça jurídica de sustentação do impetchment da presidenta Dilma. Na época, Aécio Neves arrebanhou um grupo de parlamentares golpistas e foi ao TCU, em comitiva, buscar o tal relatório das “pedaladas fiscais”.
No mesmo dia da quebra de sigilo do processo do ex-juiz Sérgio Moro, o ex-presidente Lula foi inocentado pela juíza morista Pollyana Alves, da 12° Vara da Justiça Federal, no “caso triplex”, e o processo foi arquivado definitivamente. O manto moralista que cobria a “Operação Lava-jato” está se esfarrapando. Não dá mais para encobrir o escândalo.
A juíza Pollyana Alves é uma da turma de magistrados que assinou um manifesto de apoio a Sérgio Moro, quando ele era mandatário da Lava-jato. Isso é sinal de que a percepção de quem realmente Sérgio Moro é está mudando. Moro e seus processos forjados estão expostos na praça ao sol do meio dia. A Vaza-jato também contribuiu para que os falsarios de Curitiba fossem desmascarados.
O ex-presidente Lula vê a verdade triunfar, entra na campanha como vítima da perseguição de uma organização criminosa chefiada por um juiz não apenas parcial, como o STF o condenou, mas como juiz venal.
Ou seja, o golpe que derrubou a presidenta Dilma deu numa tragédia política, econômica, social, e os golpistas não têm projeto para tirar o país da crise, não têm candidato para concorrer às eleições, não têm lideranças nem articulação orgânica. O negócio dessa gente é negócio.
Também, no mesmo dia, Bolsonaro se recusou a depor na Polícia Federal, no inquérito do STF que investiga o vazamento, por ele, de dados sigilosos de um processo em segredo de justiça.
Diante do descumprimento da decisão judicial, o ministro Alexandre de Moraes poderia determinar a condução coercitiva do presidente, mas optou por levar o caso ao plenário do STF. Bolsonaro perdeu a oportunidade de, no depoimento, se defender. Sem o depoimento, o tribunal dará a sentença de acordo com os elementos de que dispõe.
Tudo indica que essa decisão de Bolsonaro foi calculada. Ele pode transformar isso numa bandeira de mobilização dos seus seguidores para manifestações contra o STF e o TSE. Pode dizer que está sendo perseguido e que não aceitará qualquer decisão do TSE, inclusive o resultado das eleições. Seria estertores de um derrotado.
Condenado em última instância, Bolsonaro torna-se “ficha suja” e impedido de registrar a candidatura no Tribunal Superior Eleitoral.
A campanha começa a dar ares de uma batalha campal. Não vão querer o país nos trilhos da democracia. Mas há sinais institucionais fortes do judiciário e das forças armdas de que a Constituição será cumprida, garantidas as eleições, a posse do eleito, e o enquadramento dos fora da lei.
Ela leva uma vida monástica. Sempre morou no mesmo apartamento, em Berlim, sem qualquer ostentação.
Nunca teve empregada doméstica. Recentemente disse que ela e o marido cuidam das tarefas de casa.
Lavam, passam suas roupas e, quando necessário, vão ao supermercado, perto de casa.
Merkel não morou no palácio do governo, enquanto ocupava o cargo de Primeira -Ministra da Alemanha. Continuou no modesto apartamento de dois quartos, onde sempre viveu, no centro de Berlim.
Ela repete o mesmo vestido, entra dia e sai dia. Certa vez, indagada por uma repórter sobre isso, disse que era funcionária público e não modelo.
Seu país é o mais importante da Europa, uma das maiores economias do planeta.
Nos primeiros anos de escola Merkel fez parte da juventude comunista. Frequentou muitos cursos de marxismo e tornou-se ativista política.
Formou-se na Universidade Karl Marx, de Leipzig. Aprendeu a falar russo fluentemente. Estudou e se formou em física e química. É doutora em química quântica.
Foi ministra das mulheres e da juventude no governo de Helmut Kohl e depois ministra do meio ambiente e de segurança nuclear.
Reduziu a dependência da Alemanha, da energias nuclear.
Contrariando tendências discriminatórias européias, Merkel permitiu a entrada, na Alemanha, de dezenas de milhares de refugiados.
Deu visto a eles, para que pudessem trabalhar no seu país e nele viverem em paz com suas famílias.
É uma mulher politicamente conservadora, o pai era pastor. Mas é discreta, não faz demagogia religiosa.
Angela Merkel conquistou o respeito dos alemães e de toda comunidade internacional com sua modéstia, capacidade de diálogo e de fazer política.
Do lado de cá do Atlântico, temos Pepe Mujica, ex-presidente do Uruguai, e Olívio Dutra, ex-governador do Rio Grande do Sul, dois senhores que, mesmo ocupando cargos públicos altamente relevantes, tambem sempre levaram vida monástica.
(*) As informações, aqui publicadas, foram colhidas de um texto de Roberto Garcia.
Ano Novo, é hora de nos unirmos nessa corrente positiva, rogar para que o Mentiroso, perverso, seja preso com um par de algemas douradas, brilhantes. Afinal, ele merece.
Não venham com algemas comuns, dessas de qualquer bandido.
Ele foi eleito pelo povo que o reconheceu à sua imagem e semelhança, como um Deus, com identificação narcísica de caráter.
Ele conseguiu revirar o fundo do pote da nossa história e trazer à tona o conservadorismo estrutural, o passado e o presente sombrios do Brasil.
Estamos vendo o Brasil como roupa no varal sob sol a pino, em dias de verão.
Roguemos, para que as algemas sejam douradas e brilhantes.
A presidenta do Podemos, deputada Renata Abreu, defende a candidatura Moro, mas admite que o partido pode apoiar outro candidato da terceira via.
Que tal?
Quando pediu demissão do cargo de juíz para ser ministro do Bolsonaro, Moro não se deu conta de que os dois candidatos não cabiam no mesmo governo: ele e Bolsonaro. Deu demissão, óbvio.
Ele pode ter usado Bolsonaro como guindaste para alavancar sua candidatura e tirar dele o voto lavajatista.
Mas não me parece que Moro tem inteligência política suficiente para estratégia tão ousada.
E mais, ao ser ministro do Bolsonaro, ele se entregou como juiz parcial, que agiu politicamente na perseguição contra Lula e o PT, forjando processos falsos. Como foi confirmado pelo STF e por outros tribunais.
A credibilidade de Moro desmoronou no meio dos que acreditavam que ele era novidade no combate à corrupção.
Ficou evidente que Moro é uma fraude. Não se viu mais falar em convites para palestras em universidades e outras instituições.
No pico da Lava-jato, com prisões armadas com TVs, ele não dava conta de tantos convites para palestras e homenagens. Ganhou até um troféu da Globo, das mãos dos Marinho, por serviços prestados.
Moro, candidato dos militares e da Globo, e Bolsonaro, que quer a morte da Globo e está na linha do descarte, vão se estraçalhar na luta pelo segundo turno. É caso de vida ou morte. Eles sabem dos processos que vão responder e das algemas brilhantes que os esperam, caso não consigam foro privilegiado.
Dória, talvez nunca tenha pisado no chão da Paraíba, mas está agindo como mineiro, na surdina. Conversando com empresários e banqueiros, se colocando como gente de casa, de mais experiência para governar, quem sabe fazendo caixa para a eleição.
Alguem sabe dizer quais as alianças que o Podemos, partido do Moro, está fazendo nos Estados, para eleições de governadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores?
Moro que se prepare, se é que será mesmo candidato. Dória vem aí feito bicho papão, pode estar turbinado de grana.
A declaração da presidenta do Podemos soou como um recado de que a sigla pode estar à venda no mercado eleitoral selvagem.
Em período eleitoral, certos partidos viram balcão de negócios. As alianças partidárias costumam ser firmadas com base no dinheiro para financiar candidaturas. Só os inocentes não sabem disso.
O orçamento secreto tem cara de ter sido negociado já na eleição do Artur Lira para presidência da Câmara. Ele bloqueou o impeachment e aprovou toda a pauta do governo, com louvor.
Um dos pontos da pauta, o orçamento secreto, de R$ 17 bilhões, de emendas do relator, que renderia dinheiro para a base partidária do Bolsonaro, está pendurado numa decisão do STF, que exige transparência nos gastos públicos. Sem isso não há liberação das emendas de relator.
O orçamento secreto foi feito exatamente no ano véspera das eleições para os recursos serem liberados no ano eleitoral.
Mas os deputados não estão seguros de que terão acesso ao dinheiro para favorecer suas candidaturas.
Há muita incerteza em relação às candidaturas à Presidência da República no campo da direita. O mesmo acontece em relação às alianças nos Estados.
Em breve vamos ver novo cenário político-eleitoral. Como dizia a raposa política mineira, Magalhães Pinto: “Política é como nuvem. Você olha, ela está de um jeito. Olha de novo, ela já mudou… ”
Se a canoa não virar, Moro vai dividir os votos lavajatistas com Doria.
Moro é súdito! É da Globo!
Doria é aquele moço que parece ter caído do outdoor, de um anúncio de creme dental.
Ganhou as prévias do PSDB, um partido em estado terminal, mas não está morto. Pode estar arrecadando dinheiro, para as alianças.
Há problemas com as torneiras do governo federal e com o agravamento da crise econômica: recessão, fuga de capitais, dólar, gasolina e gás, nas alturas, inflação e desemprego em massa.
As perguntas que devem ser feitas são: quais seriam as equipes de governo do Moro e do Doria, e quais seriam os planos de governo para tirar o país da profunda crise econômica, social e política? Quanto a Bolsonaro, já se sabe que Paulo Guedes é um negacionista, fundamentalista, inimigo do Estado, que acha que o “mercado”, as empresas, vão resolver os problemas da crise.
Estamos a pouco menos de um ano das eleições. Para o tempo político, uma eternidade. Tudo pode mudar de lugar. O cenário nem foi montado.
Lula se posiciona como líder global do movimento de contenção da extrema direita e do projeto neoliberal predatório e excludente.
Depois do massacre da mídia oligárquica, da prisão, ele ressurge como Nelson Mandela ressurgiu do calvário imposto pelos colonizadores ingleses.
Os discursos dele levantaram plenários por onde passou, na agenda que fez na Europa.
O respeito e o reconhecimento das autoridades governamentais, de lideranças de militantes de movimentos libertários e da imprensa demonstram que Lula está mais forte e com determinação para lutar por justiça, igualdade e liberdade.
Anota aí e não se esqueça: dia 11 de novembro Fiódor Dostoiévski faz 200 anos. Ele está vivo, é imortal!
A festa? Os jornais de São Petersburgo vão dar nas primeiras páginas.
Vamos comemorar o aniversário dele com muita vodka, em “Noites Brancas”. Não sou “O Idiota”. Tomei “Notas do Subsolo”, para não me esquecer.
Convidei “Demônios”, “Gente Pobre”, “Humilhados e Ofendidos”, “Os Irmãos Karamázov”, “O Jogador”, “O Ladrão Honesto” e “O Eterno Marido”. Todos disseram que vão.
Gostei muito da confirmação dos personagens. Tive que relevar aquela história de “Crime e Castigo”.
Raskólnicov, finalmente vai sair daquela espelunca onde vive a maquinar coisas de gente Ordinária e Extraordinária. Uma pena! Ele é um rapaz inteligente, mas refém da obsessão por vingança e por aqueles planos para assassinatos.
Fiquei em dúvida se convido Sônia. Paixão e mágoa são nitroglicerina pura. Não faço a menor ideia de como seria o encontro dos dois: Raskólnicov e ela. Alguém me ajuda? O que faço?
Combinei com ele não convidar Aliona Ivanovna, aquela velhinha agiota, avara, e sua bondosa irmã, Lisavieta. Pode dar bode bárbaro. E, também, para não levar o machado, para evitar tragédia, sangue. Conheço a persona: quando bebe perde o juízo.
Fiquei muito feliz com as confirmações de Natasya Filippovna, o Príncipe Michkin, Sonhador, Nástienka, I. I. Ivanov, Sergey Nechayev e todos os outros personagens que devem suas existências ao grande gênio da literatura russa Fiódor Dostoiévski. A lista é grande.
Já imaginou toda essa gente junta numa festa de arromba? Quero alegria, farra! Não me venha com “Recordações da Casa dos Mortos”.
Onde estão os aguerridos procuradores que se diziam implacáveis com a corrupção? Onde andam os intocáveis?
Não vão instaurar uma “Operação Centrão”, para investigar a compra de votos no Congresso com o “Orçamento Paralelo”, para barrar o impeachment e aprovar os projetos de lei do banqueiro Paulo Guedes?
O escândalo bilionário da compra de votos, do governo Bolsonaro, está exposto na Praça dos Três Poderes à luz do meio dia.
O orçamento paralelo tem R$ 11 bilhões nas mãos de Artur Lira e R$ 5,8 bilhões no Senado. Total: R$ 16,8 bilhões.
Os procuradores estão comendo também nas mãos do Centrão e do governo Bolsonaro, para não investigar, é isso?
Quando perseguiam Lula e o PT trabalhavam para trazer de volta ao poder os corruptos que dão sustentação ao governo que está aí à base da corrupção?
Guedes quer salvar o projeto neoliberal no Brasil a qualquer custo. Criaram o Orçamento Paralelo para isso.
Por isso defendo a PEC que institui o controle social do judiciário e do Ministério Público.
Mais participação de representantes da sociedade nos conselhos das categorias é uma forma de combater as omissões e o abuso de poder de procuradores e juízes que atuam à margem da Constituição e das leis.