Lennon, que cantava a paz e o amor, foi assassinado pelo ódio religioso.

Hoje é aniversário de John Winston Lennon. Ele faria 80 anos. O sonho não acabou.
Nasceu em Liverpool, Inglaterra, em 09/10/1940 e morreu nos braços de sua amada Yoko Ono, ensanguentado, vazado por cinco tiros disparados por Mark David Chapmann, um fanático evangélico, em New York, às 11 horas da noite, do dia 08/12/1980, quando chegava em casa.
Em outubro de 1980, Chapmann saiu de sua casa no Hawai e foi a New York para matar Lennon. Misturou-se aos fãs na porta do estúdio, onde Lennon se preparava para gravar o álbum Double Fantasy, mas desistiu.

O ódio a Lennon começou num evento chamado “Renascer em Cristo”, quando as músicas e as declarações de Lennon sobre Deus e a religião foram condenadas pelos evangélicos como blasfêmia.

Mark Chapmann pegou prisão perpétua, com direito à liberdade condicional a partir do ano 2000, mas todas as tentativas de relaxar a prisão foram rejeitadas.
Aqui, pastores semeiam o ódio e multiplicam os fanáticos. O pastor e deputado federal Marco Feliciano disse que Deus matou John Lennon. Imagine os cordeiros, vulneráveis à manipulação, dos rebanhos de pastores como ele. Falsos profetas.
Mas o amor e a pulsão de vida são mais fortes do que a pulsão de morte.
Venceremos!

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