Paz é vida! Arma é morte!

Instituições democráticas deveriam se juntar numa grande campanha nacional pela paz e pelo desarmamento.

No plebiscito sobre armas, em 2005, a pergunta era:

“O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?”

Disse “não” 63,94%. E “sim” 36,06%.

Perdemos para a indústria e para o tráfico internacional de armas.

Mas, em 2019, a população percebeu o perigo. Numa pesquisa do IBOPE constatou-se que 73% são contra a flexibilização do porte de armas e 26% a favor

Bolsonaro armou a campanha eleitoral dele, em 2018, com base no resultado do plebiscito.

Mesmo com 73% da população contra, Bolsonaro insiste na liberação do uso de armas.

O tráfico de armas e stands de tiros clandestinos se espalham por todo o país.

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