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  • Salve as belas senhoras do verão de Brasília!

    Verão é cio da terra. Chuva e sol, tesão no ar. Flores e frutos desabrocham, amadurecem. Bichos, árvores e plantas querem germinar, se acasalar, reproduzir. Muita luz, vibração, sedução, alegria! As pessoas se buscam, querem namorar.

    Em Brasília, passa-se pra lá e pra cá por suas árvores, no vai e vem da vida, mas é no verão que algumas delas dão suas graças, tingem a paisagem.

    Sem falar das atrevidas do Cerrado, aquelas que desafiam a seca ostentando flores de várias cores nas pontas dos galhos pelados.

    Aqui, essa árvore de florezinhas amarelas, que cobrem a copa e o chão, é chamada de Cambui. Brasil afora, tem outros nomes: por exemplo, Angico Amarelo. Lá no Sertão profundo da Bahia, “perto de Torto Arado”, são chamadas de “Canafista”, que seria Canafístula.

    Estão no pico da floração. Que belo presente Brasília ganhou! Não são nativas. Foram trazidas da Mata Atlântica, nos anos 70. Já estão com idade avançada. Têm por volta de 40 a 50 anos ou mais.

    Beleza não tem idade.

    Salve as belas senhoras do verão de Brasília!

  • Avisa lá que terrorismo é crime inafiançável, inprescritível, não tem indulto nem anistia.

    Pois é, uma bolha de fake news é capaz de gestar bestas do apocalipse.

    Muitos deles só vão acordar do delírio na prisão.

    Bolsonaro vendeu o golpe, não entregou, iludiu os “patriotas”. Os comandantes militares não toparam. Disseram, em Nota, que “as Forças Armadas são uma instituição de Estado. Não são de governo”. Ponto!

    Ele vai embora para os Estados Unidos. Tem hospedagem garantida num resort do Trump. Michelle não quer ir com ele, diz o colunista Guilherme Amado, do Metrópoles, ao noticiar a crise conjugal do casal.

    Deixa para trás a bagaceira, o país destruído, e um bando de seguidores com graves problemas de saúde mental, envolvidos numa nuvem de mentiras.

    George Washington, terrorista paraense, por exemplo, vai pegar uma cana exemplar, por conta da desinformação, da torpeza, das notícias falsas da bolha.

    Certamente ele não sabia que o crime de terrorismo é inprescritível, inafiançável, não tem indulto nem anistia, não cabe recurso. Ele deve pegar algumas décadas de cadeia.

    Os outros 59, que já foram presos por outros atos antidemocráticos, mais os que estão sendo investigados e identificados, devem estar borrando as calças. Se deram conta que a realidade é diferente do que imaginam e que as penas para quem está nessa onda de crimes são pesadas.

    Muitos CAC’s se transformaram em bocas do tráfico internacional de armas, munições, e preparo das bestas do terrorismo. Não imaginaram, por exemplo, que agentes se infiltraram nas aulas de tiro, no trabalho de investigação.

    Onde foram compradas as armas e os explosivos, sem registro, pelos terroristas? Quem as vendeu? Certamente uma organização criminosa. Isso também está sendo investigado.

    O ministro Alexandre de Moraes avocou o processo, passou para o âmbito do STF. O Ministério Público e a Polícia Federal, órgãos auxiliares, estão nas investigações.

    Para organização criminosa, terroristas e seus associados, que atentam contra o Estado democrático de direito, tem a Constituição, as leis, os tribunais e as penas à altura dos crimes praticados.

  • Tirem as mãos da Água Mineral

    Tirem as mãos da Água Mineral!
    Deixe-a como está!

    O interesse privado não tem nada a ver com o interesse público.

    O Parque Nacional de Brasília, berço das piscinas, é um patrimônio público ambiental, histórico, cultural e social do Brasil, particularmente das pessoas que vivem no quadradinho.

    Novamente estão tentando entregar a Água Mineral para exploração comercial, com o pomposo nome de “concessão”, palavra macia da gramática privatista.

    O projeto do governo Bolsonaro, desde o início, é  entregar todos os parques nacionais para exploração comercial. Primeiro passo para apropriação do patrimônio público. 

    No fundo… no fundo… eles querem dar outro destino para a área do Parque. Especuladores imobiliários de Brasília sonham em cortá-la em lotes para um luxuoso condomínio.

    Empresários malandros de Brasília chegaram a falar em engarrafar a água das nascentes que abastece as piscinas, para vender.

    Nós da Associação dos Amigos do Parque Nacional de Brasília, da qual sou vice-presidente, já enfrentamos várias tentativas de “concessão”.

    A gente sabe o que está por trás da expressão “concessão por 20, 30 anos”. Uma vez feita, não tem retorno.

    Na última tentativa, no governo Temer, para tornar o negócio mais “atrativo”, falavam em instalar toboáguas nas piscinas, uma área para realização de festas de grande público, tipo “agroboiada”, lanchonetes e restaurantes.

    Imagina isso numa área de preservação ambiental. O que seria dos quatis, das onças, dos veados, dos lobos-guará, dos caetitus, dos tatus-canastra, dos tamanduás-bandeira, das araras, das curicacas, e tantos outros animais que vivem em paz no cerrado e nas matas-galeria do Parque.

    Todos nós do quadradinho não podemos permitir isso. Precisamos nos mobilizar para preservar o Parque e as piscinas como estão hoje. Ponto!

  • A copa do futebol empresarial

    O Brasil não é mais o país do futebol. O jeito brasileiro de jogar foi suplantado pela técnica, que tudo mecaniza, repete como máquina.

    Os campos de várzea deram lugar às quadras e às escolinhas. Nada contra.

    O futebol arte desapareceu junto com a identidade cultural em campo.

    Restaram apenas as cores dos uniformes, as bandeiras e os hinos sisudos, patrioteiros.

    Até as dancinhas para comemorar gols foram reprovadas pela imprensa esportiva europeia, consideradas desrespeitosas aos adversários.

    A formação dos jogadores é igual em qualquer canto do mundo. Tudo igual!

    Quantas disputas nos pênaltis e quantos goleiros fazendo defesas espetaculares! Essa copa é dos goleiros.

    A África desponta com um futebol bonito, com lampejos de ginga que a bola pede. Um tico de identidade ainda resiste aos mecanismos técnicos.

    Não só isso, não conseguiram conter as arquibancadas, chacoalhadas por danças e indumentárias de cores vibrantes das nações africanas.

    Nem as manifestações políticas, denúncias de violação dos direitos humanos, da opressão contra mulheres iranianas, contra o racismo, e pedidos de paz.

    Chocou o mundo a ostentação dos magnatas do futebol manifestada no restaurante da carne folheada a ouro, enquanto, perto dali, milhares de imigrantes, trabalhadores escravizados, que ergueram os estádios, luxuosos hotéis, para a copa, estão abandonados à própria sorte, vivendo na pobreza.

    Tudo indica que a evolução da técnica vai levar as copas do futebol empresarial a copas de jogadores robôs. A inteligência artificial já é realidade e os magnatas da bola estão a postos, loucos por dinheiro.

    Recorro a Caetano Veloso para me salvar da indigestão do conflito.

    “… a força da grana ergue e destrói coisas belas”.

  • Lágrimas de um perverso

    O abandono é a pior coisa que pode acontecer a um perverso. Ele se desestrutura, vai à lona. O perverso é filho do abandono.

    No delírio de poder, ele se convence de que o mundo gira em torno dele. Não se sente igual a ninguém, mas acima dos mortais.

    Ele perdeu a eleição, os militares não bancaram o golpe, a Michelle gostou da mídia na campanha eleitoral, quer mais câmeras, e Neymar não fez o coraçãozinho com as mãos para ele quando fez gol.

    Chorou diante dos militares fardados e enfileirados, que batem continência para ele e riam por dentro.

    Quando chega no Palácio da Alvorada, desce do carro, vai até as emas. Elas viram as costas para ele, como se ele fosse um ex ou que iria lhes oferecer cloroquina.

    Cuida da erisipela sozinho. Espera a noite chegar, sem Michelle por perto. Nem sabe ao certo por onde ela anda. Deve estar na casa das amigas.

    Acordado do sonho imprevisto em sua vida, conta o compasso do tempo até o dia de cruzar a guarita do Palácio pela última vez e pegar o caminho do ostracismo, morada dos abandonados pelo que fez de mal aos outros.

    Segue o Baile Brasil.

  • Boca de ouro, boca de fome e boca de canhão

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    Magnatas do futebol comem e cagam carne folheada a ouro, a R$ 3.300,00 por cabeça.

    Quem dá pão a quem tem fome é ferido com palavras de pontas, por apontar o acinte.

    Como um cão de guarda dos magnatas, Danilo Gentili ataca o Padre Júlio Lancelotti, com dentes de ouro e má língua.

    A casta fardada, de galardão, quepes de enfeites dourados, peito coberto de medalhas, queria comprar 98 tanques novos por R$ 5 bilhões.

    O motivo, diz a nota do Exército, “exaustiva utilização” dos que seriam trocados. Não se sabe em quais combates.

    Com corte de R$ 5,7 bilhões das áreas da saúde e da educação, negócio fechado. Porém, a justiça disse não! Reboliço na caserna.

    Entre tanques, escolas e hospitais, o Encardido deixa o rombo de R$ 103 bilhões nas contas públicas, para Lula.

    Imagina quanto ouro escorrendo pelos vasos sanitários e canos de esgoto no Qatar e quanto choro nos quartéis por não terem ganhado tanques de presente de Natal.

  • Alguém estaria se passando pelo general Villas Boas?

    Alguém estaria usurpando a patente dele, escrevendo twittes ameaçadores como se fosse ele.

    O estado de saúde do general se agravou muito ultimamente. A doença ELA – Esclerose Lateral Amiotrófica, da qual ele sofre, impõe limitações na escrita e na fala.

    Independentemente de ser ele ou outro militar, os tribunais precisam aplicar a Lei, investigar e punir os que agem à margem de suas competências legais.

    Militares que agem fora da hierarquia e da disciplina, como previsto na Constituição e na legislação vigente, são bando armado. Criminosos como quaisquer marginais.

    O lugar institucional dos militares é no quartel, subordinados à soberania popular expressa pelo voto na eleição dos representantes do povo. Ponto!

    A Constituição, as leis e os regimentos internos das Forças Armadas são claros e rigorosos. Prevêem prisões e demissão a bem do serviço público a quem agir fora da legalidade.

    Por serem servidores com prerrogativa do uso de armas, são proibidos de participar de manifestações públicas e organizações políticas.

    Lei neles!

  • Conselhos populares de fiscalização e controle dos orçamentos públicos e das políticas públicas.

    Chegou a hora de arquivar as lamentações, de se levantar e partir para fazer o que deve ser feito. O Orçamento da União está privatizado e cabe aos cidadãos libertá-lo das mãos invisíveis dos parlamentares do famoso “Centrão”. A criação do “orçamento secreto” foi a ação mais audaciosa de forças políticas inescrupulosas do Congresso Nacional. 

    Isso acontece na cara dura, diante dos olhos do país, à revelia dos movimentos sociais, que parecem não se interessar pela participação popular no controle social dos recursos públicos, como se o orçamento público fosse questão secundária do país.

    O sistema político representativo, caracterizado pela delegação de poder, está cada vez mais distante dos problemas da sociedade e do ideário de construção da nação republicana, democrática, justa e livre. 

    O “orçamento secreto” é a expressão mais venal da privatização do dinheiro público, que se perpetua no Congresso Nacional, de governo em governo, para fazer valer interesses privados. 

    É preciso dar um basta nessa iniquidade. Implodir essa aberração criada pela Câmara dos Deputados é a mais importante tarefa da cidadania no momento. E isso se faz com a organização e a participação populare na elaboração, no controle dos orçamentos públicos e das políticas públicas. 

    O Brasil se tornou referência mundial em transparência na gestão pública, depois de aprovada a Lei da Transparência no governo da presidenta Dilma, que determina a disponibilização de todas as informações públicas em meios eletrônicos. Na cerimônia de anúncio da “Parceria para Governo Aberto”, em Nova York, onde se reuniram vários chefes de Estado, o então presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez questão de se referir à iniciativa brasileira como a mais avançada do mundo. 

    O segundo passo a ser dado no momento, no sentido da democratização do poder e do Estado, seria institucionalizar definitivamente o controle social do orçamento e da gestão públicos por parte da sociedade. 

    O Orçamento Participativo e a realização de Conferências de Políticas Públicas, periódicas, como as que  foram realizadas, voluntariamente, em alguns governos do PT e nos governos Lula, no passado, são, efetivamente, experiências inovadoras e os mais adequados meios de participação popular, capazes de mobilizar a sociedade. O presidente Lula anunciou, na campanha, que quer de volta o orçamento participativo e as conferências. 

    O engajamento poderia ser organizado com a criação de “conselhos populares de fiscalização e controle do orçamento e das políticas públicas”, em todo o país, para ampliação do debate e vinculação direta da sociedade com as instituições legislativas e executivas, responsáveis pela gestão pública. Seja nos níveis municipal, estadual ou da União. Uma dose  de cidadania para fortalecimento dos partidos políticos e consolidação da democracia.

    O resgate do orçamento das mãos do “Centrão” é uma tarefa das instituições populares de luta pela democracia direta, já que a democracia representativa nos deu como fruto o “orçamento secreto”.

  • Perderam manés!

    Viu a cara de velório dos tucanos, na mídia, ao perceberem que a onda formada por eles na transição, para controlar a área econômica, fez espuma?

    Pedro Malan, Armínio Fraga, Lara Rezende, Edmar Bacha, pontas de lança do tal “mercado”, fizeram até carta à transição, se dizendo “preocupados” com a exclusão dos recursos do Bolsa Família, do furado teto de gastos.

    Escondidos atrás do slogan  “Responsabilidade fiscal”, fizeram de tudo para que Lula se curvasse diante do “mercado”. Deu o contrário.

    O “mercado” está se curvando diante de Lula, depois da projeção e do prestígio internacional dele na viagem ao Egito, para participar da COP 27, com as pautas ambiental e de erradicação da pobreza em punho.

    Lula não abre mão do programa emergencial de erradicação da fome e da pobreza extrema. Ponto!

    A Globonews tenta a todo custo arrancar de Lula os nomes da equipe econômica do governo. Não está conseguindo. Pode ser a última escolha de Lula.

    Agora, começam a dizer que “Responsabilidade fiscal” não é antagônica à “Responsabilidade social”. Mudaram de opinião.

    Tentaram enfraquecer Lula, mas não conseguiram. Lula se agiganta.

  • As manifestações antidemocráticas vão murchar diante dos olhos do mundo.

    Bolsonaro sai da cena política. Encerrada a tragédia e seus grotescos atos. Ele desaparecerá das telas. Aconteceu com Collor, o “caçador de marajás”. Câmeras e microfones se voltam, agora, para Lula, que reaparece ressurgido das cinzas, como Fênix.

    Seguidores de Bolsonaro, movidos pelo ódio, estão sofrendo uma frustração imensa, por conta da bolha de mentiras que lhe vendeu a vitória do Bolsonaro no primeiro turno das eleições e não entregou.

    Vendeu a mesma ilusão no segundo turno, ele também não entregou. Agora tenta vender a tal “intervenção federal”, e não têm como entregar. Agitam a bandeira do Brasil com o lema Ordem e Progresso, ao mesmo tempo incitam a população à desordem, à violência, ostentando uma contradição que não se põe em dúvida.

    Não se conformam com a recusa dos comandantes das Forças Armadas de jogarem fora das quatro linhas da Constituição, de se tornarem bando armado, fora da Lei e da ordem. Eles não querem confusão, nem bancar as pretenções golpistas insinuadas por Bolsonaro, diante dos olhos do mundo.

    Eles sabem dos relatório das embaixadas, de informações sobre os acontecimentos no Brasil, que são encaminhados, diariamente, aos respectivos governos.

    A “guerra fria” acabou, não há mais governos entre quatro paredes. Os militares que têm o mínimo de discernimento sabem que um golpe militar no Brasil contra o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, teria forte reação internacional, não teria a menor condição de sobrevivência.

    O próprio vice-presidente, Hamilton Mourão, disse que “acabou”, “não adianta mais chorar”. Governadores do mesmo campo também se posicionaram contra os bloqueios, as manifestações e pediram respeito ao resultado das urnas e às instituições.

    Bolsonaro tentou apoio dos militares, não conseguiu. Pediu arrego ao STF, não conseguiu. Está isolado, ilhado na sua derrota. Ele sabe muito bem o que fez no governo e o que o aguarda nos tribunais insultados por ele.

    Ele foi obrigado a recuar na escalada do fechamento de rodovias, por afetar o empresariado, causar graves transtornos nas vidas das pessoas e revolta da população contra ele mesmo e o movimento que lidera.

    Além disso, o judiciário está investigando os líderes do movimento antidemocrático, – servidores militares e civis – que estão prevaricando, descumprindo ordens judiciais, identificando cada um, para as devidas punições a bem do serviço público.


    Tendo em vista a gravidade dos fatos, as punições devem ser exemplares, para que seja resgatada a disciplina nas corporações de segurança pública e o cumprimento da lei e da ordem.

    Mais de 200 procuradores das procuradorias da União, dos Estados e do Distrito Federal, estão mobilizados, investigando, juntamente com a Polícia Federal, ABIN, serviços secretos do Exército, Marinha e Aeronáutica, mais as corregedoria das polícias Civil e Militar, dos Estados, a pedido do Poder Judiciário, para identificação e punições severas aos servidores militares e civis, que cometeram crimes contra o Estado Democrático de Direito e outros crimes previstos nas leis ordinárias.


    O movimento vai murchar à medida que as investigações começarem a produzir efeitos e o ex-presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, avançar na articulação internacional, para respaldar sua posse e o exercício do seu mandato.


    Lula ganhará projeção internacional logo no início do seu mandato. Há razoável expectativa da presença dele no cenário político internacional, tão carente de líderes capazes de alavancar as urgentes pautas que tanto aflige o mundo, como a erradicação da pobreza, as mudanças climáticas, a paz e a harmonia entre as nações. Ele deve começar pela erradicação da pobreza, meio ambiente e mudanças climáticas.


    Ele foi convidado pelo Fórum Econômico Mundial, para apresentar para o mundo o projeto do seu governo.

    O espírito democrático do presidente Lula e sua luta pela erradicação da pobreza sensibiliza o mundo. Lula tem convencido pedagogicamente lideranças governamentais, empresariais, acadêmicas e de outras categorias, que é possível erradicar a pobreza e dar oportunidade e dignidade aos mais pobres, promover o desenvolvimento e o bem estar social.

    Lula propõe aos líderes mundiais debater a crise global gerada pelo projeto neoliberal e um projeto de desenvolvimento sustentável tendo o Estado como indutor do crescimento, com metas claras para erradicação da pobreza, inclusão social e redução da desigualdade. Afinal, ostentar riqueza ladeado pela pobreza, é barbárie.

    O projeto de governo do Partido dos Trabalhadores tem como eixo central, essas premissas. É o mesmo que foi interditado no Brasil pelo golpe que derrubou a presidenta Dilma, em 2016.

    Em nota, o chefe da diplomacia da União Europeia cumprimentou o ex-presidente Lula pela eleição, fez questão de reforçar a importância da liderança dele na construção da democracia e da paz entre as nações e o convidou para discursar no Parlamento Europeu.

    Foi convidado também pelo presidente do Egito, Abdel Fattah al-sissi, para participar da COP-27, no Egito, antes da posse. A expectativa sobre a política de meio ambiente do governo Lula é imensa.


    Lula recebeu telefonemas, cumprimentando-o pela vitória nas eleições, de chefes de Estado das maiores nações do mundo, mais de 90 chefes de Estado, entre eles, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, da Rússia, Vladimir Putin, e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

    E tem mais: a ministra Rosa Weber, presidenta do Supremo Tribunal Federal, deve decidir, em breve, sobre a ação que questiona a inconstitucionalidade do “orçamento secreto”.

    O Tribunal de Contas da União aguarda essa decisão para dar início às investigações sobre a liberação de verbas do governo Bolsonaro aos deputados e senadores do “Centrão”, que o livrou de vários pedidos de impeachment e o apoiou na disputa eleitoral.

    Lula deve revogar todos os decretos de sigilo baixados por Bolsonaro. O que está escondido será exposto em praça pública sob o sol do meio dia.


    Tudo isso vai revelar quem é Bolsonaro e dissolverá qualquer tentativa de golpe contra a democracia e o Estado Democrático de Direito.


    Caso haja tentativa, certamente haverá mobilização internacional, sanções da ONU e apoio contra a instauração de qualquer regime antidemocrático no Brasil.

    A transição de governo começou. As equipes de Bolsonaro e Lula trabalham juntas, de acordo com a Lei.

    “Acabou como disse o vice-presidente, General Hamilton Mourão.


    O movimento da extrema direita, que não aceita a derrota nas eleições, vai murchar diante dos fatos. A verdade vencerá as mentiras e a manipulação.